Seguindo na linha de desconstrução dos padrões autoritários intensamente trabalhados no processo de estudo do “Morrer pela Pátria”, “Masculino e feminino” foi um espetáculo/experiência teatral em que o grupo uniu diversos processos de aprofundamento na discussão desse aspecto essencial da vida que são as relações entre homens e mulheres e as relações de poder que se estabelecem também neste âmbito.
Este sempre foi um tema central das oficinas e até mesmo das apresentações desenvolvidas na Rua. À exemplo da primeira narrativa dramática trabalhada pelo grupo: “Coração Materno”, através da qual se iniciou a investigação de “como ama (ou, como não ama) o homem brasileiro”.
Foram utilizados textos de Willian Shakespeare, “Marilda a Oprimilda” de Luiz Carlos Góes e esquetes de “Extravagância ” de Wilson Sayão, que viriam a ser aprofundados mais adiante em “Uma casa brasileira com certeza”.